Nos dias atuais, ninguém mais consegue dar atenção a si mesmo, ao seu corpo, querendo as coisas mais fáceis o possível para não se incomodarem, e isso, sem saberem, acabará ao longo do tempo trazendo malefícios a sua saúde.
Saber fazer a escolha de um método de planejamento familiar, e aqui falo aos casais, marido e mulher, consagrados pelo matrimônio a formarem família no mundo, deve ser parte do diálogo no tempo de namoro e noivado, para que ao chegar no casamento, ambos possam vivenciar o caminho escolhido.
A Igreja sabiamente diz aos casais:
"A continência periódica, os métodos de regulação da natalidade baseados na auto-observação e recurso aos períodos infecundos (HV, 16) estão de acordo com os critérios objetivos da moralidade. Estes métodos respeitam o corpo dos esposos, animam a ternura entre eles e favorecem a educação de uma liberdade autêntica. Em compensação, é intrinsecamente má toda ação que, ou em previsão do ato conjugal, ou durante a sua realização, ou também durante o desenvolvimento de suas conseqüências naturais, se proponha, como fim ou como meio, tornar impossível a procriação” (Humanae Vitae, de Paulo VI, 14), (CIC, 2370).
As vantagens dos métodos naturais são:
- são seguros, desde que feitos da forma correta;
- aumentam o auto-conhecimento e auto-controle; como a mulher está sempre se observando, o método facilita a percepção de alguma coisa que esteja errada no organismo, como irregularidades no ciclo ou corrimentos que podem caracterizar infecções;
- são aplicáveis a todas as condições sócio-culturais e até em mulheres cegas e analfabetas, uma vez que a descrição se faz pelas sensações na vulva.
- Os métodos naturais não são métodos contraceptivos, mas os verdadeiros métodos de planejamento familiar que levam o casal a uma paternidade responsável.

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